Marco Temporal: “O que vemos é uma narrativa de criminalização dos povos indígenas em prol do saque das suas terras”

Após pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes no último dia 15 de setembro, o julgamento da tese do marco temporal no STF foi adiado pela quinta vez e ainda não tem data para ser realizado. A tese, defendida pela enorme articulação do agronegócio no Congresso Nacional, dá conta de que só é válida a ocupação indígena que estivesse comprovada na data da promulgação da Constituição, e foi posta em pauta por conta de ação de reintegração de posse movida pelo governo de Santa Catarina contra o povo Xokleng. Para compreender a totalidade da questão entrevistamos o indigenista catarinense Nuno Nunes.

Desculpe Aturá-los [Episódio 7]: DECRESCIMENTO [15/10/2021]

Está no ar o sétimo episódio do Desculpe Aturá-los, no qual trocamos uma ideia braba sobre decrescimento, capitalismo terminal e transição ecossocial, regada, como sempre, com muito punk rock!

CorreioCast #07: Agronegócio, poder e sociedade (com Luiz Felipe de Farias)

Para além da contaminação das águas, do avanço sobre terras públicas e indígenas e da relação direta com o bolsonarismo, há toda uma sociabilidade característica do agronegócio que precisa ser decifrada. Recebemos o sociólogo e pesquisador do tema, Luiz Felipe de Farias, para um debate em busca do significado político do agronegócio e das transformações que gera nos blocos do poder.

O pior ano de nossas vidas: Retrospectiva 2020 (Org. Raphael Sanz & Gabriel Brito / Correio da Cidadania, Editora Terra Sem Amos, 2021)

Publicado pela Editora Terra Sem Amos, “O pior ano de nossas vidas” traz uma coletânea de entrevistas e artigos reflexivos a respeito do “ano da peste”. Trata-se de uma retrospectiva do Brasil na pandemia, sequestrado pela extrema-direita e um presidente que deliberadamente sabotou as políticas sanitárias, enquanto “a boiada passava”. O livro conta com uma entrevista de Roberto Romano, filósofo e professor aposentado na Unicamp, tradicional colaborador do jornal e que faleceu de covid-19 em 22 de julho.

“Bolsonaro es el efecto de un ‘bolsonarismo brasileño’, no es su causa”

Mientras en Brasil se habla todos los días de un posible golpe de Estado y la pandemia dejó ya 582.000 muertes, se observa un total retroceso en materia de derechos laborales y en relación con las tierras indígenas, en medio de una enorme sensación de incertidumbre. Para reflexionar sobre esta situación y tratar de entender sus raíces, Raphael Sanz, de Correio da Cidadania, entrevista a Douglas Rodrigues Barros, doctor en Ética y Filosofía Política (Unifesp).

“Bolsonaro é efeito de um ‘bolsonarismo brasileiro’, não a causa”

A quatro dias de um 7 de setembro repleto de promessas de golpes, vamos ultrapassando os 582 mil mortos pelo coronavírus em meio às novas descobertas da CPI da Covid que dão conta de múltiplos esquemas de corrupção na compra de vacinas. Enquanto isso, vemos o avanço completo sobre os direitos trabalhistas, as terras indígenas e um enorme sentimento de incerteza permeia o país. Para refletir sobre essa conturbada conjuntura, e tentar entender suas raízes, entrevistamos Douglas Rodrigues Barros, doutor em Ética e Filosofia política pela Unifesp.

Desculpe Aturá-los [Episódio 6]: Somos todos escravos de um balde de lixo – CPI, marco temporal e a política de merda [01/09/21]

COVID, POP E REPRESSÃO: O QUE É QUE EU FIZ PARA MERECER ISSOOOO???
No nosso sexto episódio comentamos a atual conjuntura do Brasil, especialmente a CPI da Covid, o julgamento do Marco Temporal no STF e algumas reformas de última hora, a partir de letras de música punk! Também falamos sobre a longa relação entre punks e indígenas, entre otras cositas más.